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Ciência & Tecnologia

SMARTBUS da Huawei visita 20 Escolas do país para promover a Educação e a Responsabilidade Digital

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Imagem de: Freepik - diana.grytsku

A Huawei Portugal apresenta a sua edição de 2021 do SmartBus, com o lema “Partilhar sem arriscar”. Este é um projeto educativo da empresa direcionado para jovens em idade escolar que, durante um mês, vai percorrer Portugal de norte a sul, com o principal objetivo de promover a utilização segura e responsável das novas tecnologias.

A apresentação do Huawei SmartBus ocorreu no Externato Maristas, em Lisboa antes de iniciar a sua digressão por vários estabelecimentos escolares distribuídos por todo o território nacional –  para receber jovens, pais e professores para potenciar o aumento da consciencialização sobre o bom uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) através das sessões didáticas ministradas nesta sala de aula móvel da Huawei.

Diogo Madeira da Silva, Head of Public Affairs & Communication da Huawei Portugal, faz questão de destacar não só a “alargada rota do SmartBus, que vai levar a nossa sala de aula móvel a todo o território nacional”, mas também “o compromisso social de longo prazo da Huawei, e especificamente em educação e novas tecnologias”, elementos que, adianta, “estão incorporados nesta iniciativa pedagógica”.

O projeto SmartBus Huawei tem passado por vários países europeus desde o seu lançamento, Diogo Madeira da Silva reforça que estudantes, pais e educadores “vão ter a possibilidade de receber formação detalhada, através de um modelo didático e lúdico, para utilizar as TIC de maneira segura e responsável”. Concluindo, ainda, que “é tudo uma questão de partilhar sem arriscar, procurando formar e informar de uma perspetiva positiva, o que ajuda a construir os jovens talentos de Portugal”.

Este projeto centra-se nos dados revelados pelo relatório da EU Kids Online 2020, que revela que mais de 80% das crianças entre os nove e os 16 anos utiliza um smartphone para aceder à Internet, enquanto 47% recorre a um PC ou laptop. Quanto a vivências no mundo virtual, importa salientar uma das conclusões deste estudo, nomeadamente o facto de mais de 20% das crianças entre os nove e os 14 anos ter reportado que sofreu más experiências na web, sendo que 44% dos inquiridos procuraram aconselhar-se junto de amigos e 37% falaram com os pais de situações que os deixaram incomodados, e apenas 7% falaram com professores sobre este tipo de situações. Porém, os resultados do relatório EU Kids Online 2020 evidenciam que as crianças e os jovens portugueses associam cada vez menos as situações de risco aos danos que podem decorrer delas.

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