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Educação

Agrupamento de Escolas Templários distinguido com o 2. º lugar com o desafio: “Are you becoming a Z City?”

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Imagem: aetemplarios

Foi na passada quinta-feira no Auditório do Instituto Politécnico de Tomar (IPT) que teve lugar a apresentação dos trabalhos finais da 1ª edição do desenvolvimento de ideias de cocriação de inovação – IPT, do projeto Link Me Up – 1000 ideias, o Agrupamento de Escolas Templários lançou o desafio “Are you becoming a Z City ?” , tendo como parceira a Câmara Municipal de Tomar (CMT).

Estiveram presentes, para além dos facilitadores e as 10 equipas, o Presidente do IPT, João Coroado e o VicePresidente Nuno Madeira, o Diretor do Agrupamento de Escolas Templários, Paulo Macedo, bem como, outros docentes que de perto acompanharam o desenvolvimento desta formação e a organização deste evento.

Em 1.º lugar ficou a equipa do desafio “The One and Only but Not Lonely” com uma solução para os mais idosos que com a pandemia ficaram isolados das suas famílias e sós nas suas casas ou lares. A equipa da facilitadora Cristina Costa, professora do IPT, apresentou uma caixa que estará disponível em breve para que qualquer um possa enviar e para que o idoso possa usufruir de atividades de bem-estar. Em 2.º Lugar ficou o desafio “Are you becoming a Z City? ” e em 3.º lugar” o desafio “Show your smile again”.

Are you becoming a Z City?, perguntou Margarida Almeida, aluna de 17 anos, que apresentou o pitch final da sua equipa, formada por Ângela Rodrigues, Rita Sousa e Yifan Zhang, que assistiu em streaming a partir de Xangai, a facilitadora Shilá Fernandes e a partner Ana Soares (CMT).

A aluna começou por alertar os presentes que à medida que a população envelhece e a natalidade decresce, se a cidade não fixar a geração Z, Tomar pode desaparecer! Acrescentou que é necessário investir na geração Z, pensar em formas de ajudar a criar emprego, em resolver as questões relacionadas com a falta de habitação, espaços de co-work, mas não só! Para a geração Z existem outros aspetos que vão pesar na escolha da cidade onde vão criar as suas famílias: o tratamento dos lixos, a qualidade, o tratamento e gestão das águas, como bem essencial, a utilização de energias, de fonte renovável, com baixa emissão de dióxido de carbono e a forma como é produzida a alimentação, se é de origem local, se os trabalhadores têm ordenados dignos e se os produtos que se utilizam respeitam o planeta.

A fechar, Margarida colocou a ênfase na ação dos responsáveis pelos vários assuntos que apresentou, para que também ela possa ter memórias, de como é bom viver e trabalhar em Tomar! 

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