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ADN Escolas

ADN da Escola Dr. António Carvalho Figueiredo

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Imagem cedida pela Escola

Uma escola é muito mais do que um espaço onde os alunos têm aulas, é um espaço onde se fazem aprendizagens transversais à duração das aulas, é mais do que saber fazer, é saber ser. Descobre os valores e projetos educativos e humanos que estão no ADN da Escola Dr. António Carvalho Figueiredo.

Cada escola, tal como cada pessoa, tem o seu ADN, neste sentido de que forma a Escola Dr. António Carvalho Figueiredo se distingue das restantes escolas?

Nascida em Loures, inicialmente batizada como Escola Secundária nº 2 de Loures (…), a Escola Secundária Dr. António Carvalho Figueiredo recebe a atual denominação, em 1989, na sequência do parecer da autarquia local em homenagem a uma figura histórica natural da freguesia de Loures, Dr. António Carvalho Figueiredo, distinto médico-cirurgião que exerceu clínica em Loures como médico municipal e subdelegado de saúde, notabilizando-se como bacteriologista e pioneiro do estudo do sono.

Em 2009/2010 foi requalificada pela Parque escolar passando de uma estrutura arquitetónica em blocos para um edifício único, permitindo melhores condições físicas para todos os utentes e uma melhoria substancial nos equipamentos quer a nível de laboratórios, quer nas salas específicas de informática e de artes. Também as salas normais de aula foram apetrechadas com equipamento informático que permite uma maior diversidade de atividades em todo o processo de ensino e aprendizagem.

A Biblioteca escolar é um espaço de excelência a que alunos e professores podem recorrer e encontrar todo o tipo de apoio de que necessitam na concretização dos seus estudos e trabalhos.

Os espaços para a prática desportiva bem como todo o espaço exterior de jardim são mais dois elementos positivos a juntar ao ADN da ACF.

Mas o ADN de uma escola também se faz de pessoas, professores e assistentes operacionais que, dia a dia, tudo fazem para que a população discente encontre aqui um ensino de qualidade que lhes permita concretizar os seus objetivos no final da escolaridade obrigatória.

Quais as principais apostas da vossa oferta formativa?

Essencialmente vocacionada para o ensino secundário, cursos científico e humanísticos, a escola tem hoje uma forte componente de cursos profissionais nas áreas de: Ação Educativa, Comércio, Desporto, Informática, Gestão e Marketing e Saúde. Mantém na sua oferta formativa turmas do 3º Ciclo do Ensino Básico, dando resposta às necessidades da rede escolar concelhia.

Em 2021/2022, a oferta de cursos profissionais alarga-se à área das artes e espetáculo com o curso de Intérprete/ator/atriz e recupera o curso de Técnicas Laboratoriais dando resposta à continuidade da oferta de escola no 3º Ciclo, a disciplina de Expressão Dramática, e a solicitações da comunidade empresarial do concelho, respetivamente.

Relativamente aos projetos escolares, quais são as apostas da Escola para este ano letivo e para o próximo? Quais os projetos já concretizados pela escola que gostaria de destacar?

Nestes dois últimos anos, devido à situação pandémica que o país vivenciou, o desenvolvimento dos projetos foi bastante condicionado, mas ainda assim há um conjunto de atividades que merecem o nosso destaque: os projetos Ponto de Fuga, SMS, D’Raiz e os programas ECO-escolas e Parlamento dos Jovens conseguiram adaptar-se à realidade de trabalho à distância em articulação com o trabalho presencial e resistir, apesar das adversidades impostas.

Qual é o feedback dos alunos que participam nestas experiências e projetos?

Partilho o feedback de vários alunos que participaram nos projetos acima mencionados. Feedback do PROJETO “SMS – Somos Mais Solidários”

“Já tinha tido contacto com a metodologia PMI anteriormente e gosto bastante de gestão de projeto. Acho que aprendemos coisas muito importantes para o nosso futuro.”

“Gostei deste projeto em particular porque saiu completamente da nossa cabeça. Começámos no ano passado, incentivados pela professora de Português e tínhamos liberdade total na escolha do que fazer, desde que ajudasse de alguma forma a comunidade local.

Com a quarentena, os nossos planos tiveram de se alterar, mas não queria de todo desistir. Já tínhamos chegado tão longe, e com as devidas alterações pudemos voltar ao trabalho. Para além de estar a desenvolver as habilidades de gestão de projeto, estamos a fazer algo de bom pela nossa comunidade e isso, para mim, é tudo.”

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