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A Mais Educativa entrevista OS NOVA

Joana Fonseca

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Conheceram-se no Factor X, participaram individualmente e o júri juntou-os formando os X4U. Na altura eram quatro elementos, mas as prioridades de dois deles fez com que seguissem outro caminho. Agora são os NOVA e a vontade de fazer algo diferente levou a maior!  A Mais Educativa teve a oportunidade de entrevistar esta banda e tu não vais querer perder!

ME- Como surgiu a ideia de criarem OS NOVA?

ON- Tudo começou com a participação no programa Factor X, em que nos juntaram para fazer uma banda com mais outros dois rapazes, o Diogo Costa e o Miguel Moura. Entretanto decidimos mudar a imagem que tínhamos do programa e, com a saída do Miguel Moura, criámos OS NOVA.

ME- Quem são OS NOVA?

ON- São dois rapazes apaixonados pela música e que querem que a sua música chegue ao maior número de pessoas possível!

ME- O que significa OS NOVA e porquê a escolha deste nome?

ON- Ora bem, o que fizemos quando estávamos no Factor X não foi, de todo, projetado por nós, ou seja, a imagem que passávamos para casa de quem via o programa não era exatamente como nos víamos. Por isso, o nome Os Nova surgiu da necessidade que a banda sentiu em mudar a imagem, de mostrar quem realmente somos, querendo fazer algo diferente e seguir uma nova etapa na nossa vida.

ME- O que para vocês é mais o importante no mundo da música?

ON- Para nós, no mundo da música o mais importante é estar com as pessoas que nos apoiam e que gostam das nossas músicas, conseguir transmitir as emoções das nossas músicas e das nossas letras, receber carinho do público e sermos reconhecidos no mundo da música.

ME- É fácil darem um rumo a uma música nova? Ou seja, as ideias estão sempre de acordo entre os dois ou existem sempre opiniões diferentes?

ON- No início não foi fácil criar músicas em conjunto, porque tínhamos gostos bastante diferentes e, por isso, era complicado concordar em muita coisa, principalmente com ideias sobre melodias, pois víamos as músicas de formas totalmente diferentes uns dos outros. Agora, com o tempo e com a experiência, começamos a perceber que rumo seguir a nível musical e tornou-se muito mais fácil compor em conjunto.

ME- Como foi a passagem da ideia de criarem uma banda para o momento que estão a viver agora com a  realização de um contrato com uma discográfica, gravações de videoclips, concertos e tudo mais ?

ON- Quando nos juntaram no Factor X, nenhum de nós sabia se a banda iria funcionar, nem tínhamos noção de que iríamos passar a 1.ª fase do programa, por isso, por muito que sonhássemos alto, tínhamos sempre os pés assentes no chão, sem grandes expetativas.

 Mas agora, olhando para trás, sentimos que já vivemos muitas aventuras no mundo da música, aventuras que nunca imaginámos ser possível no início, como foi atuar em grandes palcos e eventos como no Rock in Rio Lisboa, na Comic Con Portugal, na Liga dos Campeões no Estádio da Luz e no Santiago Bernabéu, por exemplo. Outra coisa que sempre ambicionaos ter foi um contrato com uma discográfica que nos ajudasse a lutar pelos nossos sonhos, isso está a acontecer e estamos mesmo muito felizes por tudo o que estamos a trabalhar.

ME- Como se sentem minutos antes de subirem a palco?

ON- Muita gente pergunta se ficamos nervosos antes de subir para o palco, mas não podemos dizer que sentimos nervosismo, sentimos antes uma ansiedade para ir para o palco divertirmo-nos e estar em sintonia com o público. Para nós os concertos são das coisas mais importantes, porque estamos a fazer o que realmente gostamos, que é atuar e criar uma ligação com o público.

ME- Como tem sido o feedback até agora?

ON- O feedback tem sido ótimo, apesar de ainda ser um pouco cedo para saber como tudo irá correr, mas estamos muito felizes pela reação do público principalmente em relação ao último single “Um Segundo de Ti”, pois temos recebido muitas mensagens de apoio e as pessoas têm partilhado o tema.

ME- Planos para o futuro?

ON- O nosso plano passa por lançar mais uns singles e posteriormente lançar o nosso segundo álbum e apresentar estas novas músicas por todo Portugal.

ME- Como caracterizam o mundo da música em Portugal?

OS- É um mundo bastante difícil, pois existe muita concorrência, mas pensamos que temos mercado em Portugal e que existe um espaço que ainda falta ser preenchido por nós.

ME- Para os que pretendem começar no mundo da música, que conselhos podem dar?

ON- Para os que estão a começar é importante nunca perder o amor pela música, ser persistente e fazer sempre coisas novas, utilizando ferramentas como as redes sociais que são muito importantes e, nunca desistir por mais “Nãos” que ouçam pelo caminho.

 

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