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“Construir o que penso”

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Para Nuno Mateus, esta é uma das mais-valias da sua profissão: poder construir o que pensa e ver como o resultado influencia o mundo. A formação mudou a sua forma de pensamento e abriu as suas perspetivas, conduzindo-o para o sucesso, e para uma profissão que hoje o realiza diariamente.

NMNome: Nuno Mateus
Empresa e Atividade: Arquiteto na ARX Portugal Arquitectos
Formação: Doutoramento em Teoria a Prática de Arquitectura na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa

Que atividade(s) profissional(is) desempenha atualmente?
Arquiteto na ARX Portugal e Professor de Projetos na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa.

Sente-se realizado diariamente com a sua profissão? Porquê?
Sim. Como arquiteto, porque tenho oportunidade de construir o que penso diariamente e de ver como o seu resultado transforma positivamente os contextos, a vida e o modo de pensar das pessoas. Como professor, porque participo no desenvolvimento de aquisição de ferramentas e competências profissionais e na abertura e consolidação de novas formas de pensar dos meus alunos.

A indecisão é um estado natural. Pessoalmente penso que poderia ter tirado outro curso qualquer. Mas a partir do momento em que no nosso interior decidimos que é este curso e não aquele (e essa decisão tem que ser efetivamente tomada) é partir para um caminho de aprendizagem de fazer e de gostar. Acredito que gostar de um determinado curso é algo que se aprende.

Que papel desempenhou a sua formação superior para hoje ser um bom profissional? De que forma é que o preparou?
Inicialmente (licenciatura), abriu-me perspetivas dentro de uma área de trabalho que conhecia mal. Mais tarde, um Master na Columbia University (NY) transformou profundamente as minhas competências e forma de pensar.

Em seu entender, o que é mais importante na transição da universidade para o mercado de trabalho?
A disponibilidade para continuar o processo de aprendizagem que se amplia consideravelmente nos campos mais variáveis ligados à prática da profissão, de formas nem sempre lineares ou previsíveis, e desenvolver a consciência da responsabilidade da produtividade quando relacionada com o tempo dedicado a cada tarefa.

Que conselhos pode dar aos jovens que estejam indecisos na escolha desta área de formação?
A indecisão é um estado natural. Pessoalmente penso que poderia ter tirado outro curso qualquer. Mas a partir do momento em que no nosso interior decidimos que é este curso e não aquele (e essa decisão tem que ser efetivamente tomada) é partir para um caminho de aprendizagem de fazer e de gostar. Acredito que gostar de um determinado curso é algo que se aprende.

[Foto: cedida pelo entrevistado]

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