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Guia de Acesso ao Ensino Superior 2016

G-Air: Ases pelos ares

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Os estudos dizem que a segunda profissão mais bem paga no mundo é a de piloto de linha aérea. As estatísticas dizem que a G-Air é a melhor escola de aviação em Portugal. Se tens gosto em voar e já pensaste em construir uma carreira nesta indústria, este é o momento para te fazeres à pista!

(c) André Garcez / G Air


O momento certo para escolher a aviação

Nunca houve melhor altura para apostar no setor da aviação. Quem o diz é Nelson Ferreira, Diretor da G-Air, uma escola de aviação que se assume como a melhor de Portugal e uma das melhores da Europa. Na sua visão, esta indústria encontra-se “num momento de elevada procura, e isso reflete-se na necessidade das companhias aéreas em terem um número cada vez maior de pilotos”.
Isto deve-se ao aumento da classe média, um pouco por todo o mundo, e com isso, o aumento da mobilidade das pessoas. O transporte aéreo, para além de ser o mais seguro, é também cada vez mais acessível e, como tal, cada vez mais procurado. Há um boom num setor que tem crescido a uma média de 6% ao ano, ao longo dos últimos 30 anos, numa evolução que é constante e que se traduz na procura crescente de profissionais.

No que aos pilotos diz respeito, este é um mercado muito dinâmico. Nelson Ferreira refere que, para além daqueles que se vão reformando, “a Emirates vem contratar à TAP, que por sua vez vai contratar às lowcosts, que por sua vez ficam sem pilotos e recorrem às escolas como a G-Air. Existe uma grande dinâmica e é preciso alimentá-la”. Atualmente, a G-Air encontra-se em fase de seleção de 46 pilotos para duas das principais companhias aéreas da Europa, e precisa de continuar a formar estes profissionais para corresponder à procura de mercado.
Nelson Ferreira lembra que “todos os anos, a Boeing e a Airbus publicam uma estimativa da quantidade de pilotos necessários à indústria da aviação, no médio e longo prazo, a nível mundial. E, normalmente, aquilo que acontece é uma revisão em alta dessas previsões, porque são sempre precisos mais pilotos. Neste momento, há 560 mil vagas à espera de serem preenchidas por pilotos, e mais 600 mil vagas para os mecânicos aeronáuticos”.


Os cursos

A G-Air oferece cursos em praticamente todas as profissões relacionadas com o setor da aviação, com exceção da de controlador aéreo, interdita em Portugal a entidades privadas. Piloto de linha aérea, técnico de manutenção aeronáutica, assistente de bordo e operador de voo são as opções disponíveis, e todas elas exigem certificação profissional, algo que a G-Air também assegura.
Para além disso, a formação académica é igualmente ministrada, em parceria com universidades portuguesas e estrangeiras com formação em aeronáutica. O curso de piloto de linha aérea confere, inclusivamente, equivalência a algumas cadeiras de licenciaturas na área, que o aluno poderá depois frequentar para complementar a sua formação.

A vida de um aluno da G-Air divide-se em duas fases. A primeira é teórica, dura 9 meses e é mais aproximada ao que acontece numa universidade. São 6 horas de aulas por dia e 14 cadeiras para completar, numa formação creditada a nível europeu e idêntica ao que é lecionado nos outros países. São 3 os momentos de avaliação, em cada um dos quais o aluno tem de obter no mínimo 75% de aprovação.
Só depois da teoria vem a prática, numa separação clara entre elas porque, segundo a G-Air, quando o aluno tem de conciliar as duas coisas a média das notas tem tendência a descer – e as médias são importantes para as companhias aéreas – e a duração total do curso acaba por ser superior – para o mercado, quanto mais depressa o aluno fizer a formação, melhor.
A fase de voo é a mais empolgante, onde o aluno entra no avião e começa a tentar dominar a máquina. Está dividida em 5 etapas – na primeira, a luta com o avião e as manobras de emergência; na segunda, terceira e quarta etapas, os voos a solo, onde o aluno executa exercícios cada vez mais complexos, transmitidos devidamente pelo instrutor. A G-Air é uma das poucas escolas que dá ao aluno a oportunidade de realizar todas estas manobras num ambiente de cockpit e com instrumentação muito semelhantes ao que vai encontrar nas linhas aéreas. Pelo meio, o simulador assegura que são treinadas todas as condições de voo impossíveis de recriar no mundo real, como a neve ou a falha de todos os motores do avião.
Finalmente, a quinta etapa leva o aluno a pilotar um avião multimotor em co-operação, em ambiente de companhia aérea. Os instrutores são comandantes de companhias aéreas como a TAP ou a Sata, e procuram ajudar o aluno a treinar a coordenação entre comandante e co-piloto.

(c) André Garcez / G Air


As perspetivas de carreira

E depois de seres recrutado por uma companhia aérea, o que acontece? Que perspetivas de carreira te aguardam nos anos seguintes? De acordo com o Diretor da G-Air, “são muito boas. Com ambição e motivação, o futuro torna-se muito simples: mal obtenha a licença de piloto de linha aérea, o aluno será contactado por uma (ou mais) companhias aéreas, e o percurso normal será ingressar numa delas e começar a trabalhar do lado direito do cockpit, ou seja, como co-piloto”, refere. Os co-pilotos em início de carreira recebem um salário médio de cerca de 3 mil euros, a que acrescem benefícios que variam consoante a companhia aérea.
Depois de alguma experiência acumulada – entre 3 a 5 anos – o agora ex-aluno da G-Air assume então a posição de comandante da aeronave, com uma perspetiva de salário médio “na ordem dos 150 mil euros por ano”, de acordo com Nelson Ferreira.


Como são as candidaturas?

A empregabilidade e a remuneração são elevadas, mas a exigência também. É por isso que a G-Air tem um processo de seleção criterioso, onde seleciona apenas quem reúne todas as capacidades necessárias a um bom piloto, através de provas técnicas, físicas e psicológicas. No final, é traçado e avaliado o perfil do candidato, que terá de corresponder àquilo que o setor da aviação e as companhias aéreas procuram nos seus profissionais.

Fazer uma formação na G-Air representa, também, um investimento considerável – cerca de 60 a 75 mil euros por curso. Contudo, com um emprego quase garantido no final deste percurso, este é um valor que poderás recuperar a muito breve prazo, graças ao vencimento elevado que o aluno começa imediatamente a receber.
Ainda assim, nem toda a gente terá essa quantidade de dinheiro disponível para um curso, e por isso a G-Air desenvolveu soluções de financiamento para todos aqueles que têm o perfil exigido. Basicamente, a G-Air paga-te o curso, e tu poderás devolver esse investimento com a mesma rapidez com que recuperarias o teu dinheiro. Este é o nível de confiança que a G-Air tem no sucesso profissional dos seus alunos.


As estruturas e as instalações

A G-Air é uma das maiores escolas de aviação a nível europeu, e detém 60 a 70% da quota de mercado em Portugal. O seu centro de treino em Ponte de Sor é inigualável no velho continente – condições de treino fantásticas (um clima muito agradável e um espaço aéreo descongestionado), equipamentos de topo, uma frota única em Portugal e um ambiente multicultural, graças a alunos e instrutores que provêm dos quatro cantos do mundo.
Existe ainda um centro de treino no aeródromo de Tires, perto de Lisboa, que os alunos também podem escolher para fazer a sua formação.

[Fotos: André Garcez @ G-Air]

[Esta publireportagem é parte integrante do Guia de Acesso ao Ensino Superior 2016/17 da Mais Educativa, disponível para consulta aqui.]

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