90% dos professores defende um ensino do Inglês (mais) inclusivo
Segundo um novo relatório do British Council — desenvolvido por Gary Motteram e Susan Dawson —, o ensino do Inglês atravessa uma mudança profunda, que exige a adoção de práticas inclusivas, o reforço de competências digitais e a preparação para contextos reais e diversos, indo muito além do simples domínio da língua.
Analisando uma década de transformações (2014-2024), o paradigma conclui que a disciplina assume — agora — uma ferramenta de aprendizagem e de mediação cultural, que reivindica a integração de abordagens pedagógicas críticas.
Com uma redefinição do papel do docente, o investimento — numa formação contínua e flexível, que responda a desafios, como a Inteligência Artificial — demonstra — assim — um eixo central da atualização do “Quadro de Desenvolvimento Profissional”.










