O novo modelo de correção dos exames nacionais gera incerteza
Portugal avança na digitalização educacional, mediante a introdução de um modelo híbrido para a avaliação do Ensino Secundário no ano letivo de 2025/2026, onde o processo de classificação dos exames nacionais combinará uma correção automática para as questões de escolha múltipla e uma quantificação humana fragmentada para respostas isoladas e distribuídas [aleatoriamente] pelo sistema.
A transição ocorre num cenário de elevada ansiedade e apreensão para estudantes, pais e professores, cientes de que os resultados obtidos manifestam um fator determinante para o acesso ao cosmos académico, amplificando o debate público sobre a fiabilidade e o impacto da mudança.
Fernando Alexandre, Ministro da Educação, Ciência e Inovação (MECI), não divulga detalhes administrativos, por motivos de segurança e integridade, embora revele total confiança na operação e considere as preocupações levantadas “alarmistas“.











