Entrevista | Paulo Vaz, Administrador Executivo da Exponor
É — de 25 a 28 de março — que o Grande Porto receberá a 17.ª edição da Qualifica, que promete um compromisso com o panorama formativo, proporcionando tendências emergentes e abordagens — fora da caixa.
Paulo Vaz, Administrador Executivo da Exponor, desvela — em primeira mão — que a capacitação viabilizará técnicas e inputs relevantes, que garantem uma presença memorável e ajustada — a cada perfil.
Sob o mote intemporal “Create The Future”, o digital e o bem-estar posicionar-se-ão no epicentro?
O amanhã implica encarar — de frente — as forças, que definem a atualidade, nomeadamente a influência abrangente da Inteligência Artificial e a importância crítica da Saúde Mental.
Fomentando escolhas conscientes, sustentáveis e informadas, os espaços de demonstração, as experiências práticas e os diálogos participativos transcenderão — assim — o simples debate conceptual.
Incluindo “Ensino Superior”, “Formação Profissional” ou “Study Abroad”, a combinação — entre teoria e imersão — converte incertezas em trajetórias claras?
Sem dúvida.
A transformação de inquietações — impulsionada pelo contacto direto com instituições, programas académicos, empresas e testemunhos reais — permite o questionamento e a projeção de caminhos concretos, que desmistificam expetativas, reduzem o medo e estimulam a curiosidade.
No fundo, a dinâmica servirá de bússola para uma navegação eficaz e convicta — face ao desconhecido.
Mediante a introdução de processos inovadores, o “Create a Better Future” pretende dar palco a projetos curriculares?
Valorizando o enorme talento, que fervilha em escolas e faculdades, a exposição de protótipos — desenvolvidos com ferramentas tecnológicas — promoverá a visibilidade da inovação técnica, do pensamento criativo e da literacia aplicada.
O ambiente de interatividade incentiva — por isso — uma cultura de “aprender fazendo”, inspirando à execução de ideias e à materialização de conceitos, que — de outra forma — ficariam confinados ao plano abstrato.
“Salão de Mestrados, Pós-Graduações e Formação Executiva” assegura a especialização. A exploração de opções de carreira conduz a tomadas de decisão conscientes?
A atualização permanente de competências passa de opcional a obrigatório, redefinindo passos estratégicos de evolução e reconversão laboral, que potenciam a subida na hierarquia corporativa ou o sucesso empreendedor — em momentos de networking ou talks.
Paralelamente, o lifelong learning catalisa um alicerce na descoberta de percursos de requalificação, que respondem às ambições individuais e às demandas do mercado de trabalho.
Reivindicando perícias e profissões de impacto, a diversidade fortalece a rede de oportunidades?
O avanço para modelos híbridos e multidisciplinares não aceita molduras rígidas, tornando a adaptação numa ferramenta de sobrevivência, que impõe a criação de sinergias ou de colaborações inesperadas.
Quebrando barreiras de áreas tradicionais, o ponto de encontro disponibilizará equipas e redes de suporte para transmitir saberes transversais e encorajar olhares plurais, que abracem a polivalência — como uma vantagem competitiva.
A programação conta — ainda — com uma cimeira de reflexão paralela, que apresentará soluções?
Com recursos disruptivos de pedagogia e de gestão emocional, a “Education Summit” abordará o diagnóstico de problemas para colmatar o stress e a falta de validação da dignidade docente, que solicita resiliência, organização e assiduidade.
A prioridade supera a mera análise, que edifica um roteiro de estima para devolver o entusiasmo e a motivação, certificando a qualidade de uma aprendizagem — indissociável ao equilíbrio de quem leciona.
“Juventude” dinamizará uma panóplia de atividades de Desporto e Voluntariado?
Solidificando interesses e paixões, o apuramento de aptidões ocultas e o reforço de soft skills sustentam um sentido de propósito, que consolida a expressão artística, a empatia e a maturidade precoce.
O autoconhecimento desbrava — ainda — âncoras de identidade, que libertam potenciais de liderança — essenciais para a constituição de cidadãos plenos e realizados.
O futuro deve ser encarado com…?
… coragem para arriscar, uma vez que vivemos numa era desafiante, mas repleta de possibilidades.











