“Climaverse” promove revolução 4.0 por uma aprendizagem (com futuro)
Foi — a 26 de novembro — que o Timbre Seixalense deu palco à disseminação do “Climaverse” — baseado na framework “GreenComp” —, que promete transformar o cosmos educativo pós-COVID-19 — num ecossistema vivo e fértil —, propondo a criação de um ambiente imersivo — destinado a estudantes do 3.º Ciclo e Ensino Secundário.
O desenvolvimento de competências verdes e digitais possibilitará antecipar e prevenir riscos ambientais, através de fluxos contínuos de conhecimento e de cenários simulados — em metaverso —, nomeadamente uma end-of-course trip, um gameplay cooperativo — focado em Agricultura Sustentável —, uma comunidade virtual, que enfrenta múltiplos desastres climáticos, e uma beehive escape — repleta de puzzles, enigmas e desafios —, garantindo acessibilidade e rigor.
Rui Baltazar, Professor e Coordenador de Projetos Internacionais, declarou que “quando a inovação pedagógica e a consciência ecológica caminham lado a lado, a prática estimula o pensamento crítico, a criatividade e a capacidade de tomada de decisão”, enquanto André Claro, Diretor da Escola Secundária Dr. José Afonso (ESJA), acrescentou que “a internacionalização permite a exploração de realidades e a preparação efetiva, ampliando horizontes e expandindo oportunidades.”
Incluindo uma rede de partilha e excelência — composta por Portugal, Espanha, Eslovénia, Itália e Chipre —, a capacitação passará — ainda — pelo envolvimento do feminino nas áreas STEM e TIC, bem como pela formação do corpo docente — em mobilidades, workshops e diretrizes claras —, que assegurará experiências disruptivas — dentro e fora de portas.
A expansão para o Superior poderá constituir a espinha dorsal de uma cultura coesa e interligada — por meio de sinergias com startups ou ONG’s —, “influenciando políticas e planos curriculares europeus ou impulsionando o intercâmbio de recursos e soluções, que possuam relevância global e aplicabilidade local”, afirmou Giusy Zollerano, Project Manager da CodeArrays.
Mediante resultados concretos e impactos duradouros, a abordagem reforçará — ainda — a autonomia, o trabalho em equipa e a literacia, que “mobilizará comunidades e inspirará um amanhã resiliente e próspero — marcado por mudanças significativas”, sublinhou Haris Cordic, Vice-Headmaster da SIC Ljubljana.
Com um movimento coletivo, o cruzamento — entre Cidadania e Ciência — semeará as bases de uma geração — capaz de imaginar novos (re)começos —, agindo com precisão, responsabilidade e visão.


















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