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Nunca as casas estiveram tão caras. E os estudantes?

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Nos últimos anos, comprar ou arrendar casa em Portugal transformou-se numa tarefa cada vez mais complicada. A procura é muita, a oferta não tem capacidade para acompanhar e ser o primeiro a fechar negócio torna-se uma verdadeira lotaria. Para os estudantes, o fator preço é muitas vezes fundamental e no mercado atual começam também a escassear opções. Mas ainda há soluções.

Está mais difícil arrendar casa…

É hoje do senso comum que Portugal, em particular os seus grandes centros, tem registado um aumento exponencial do preço das habitações. Mas será que isso tem impacto direto no custo do arrendamento a estudantes universitários?

Para nos ajudar a responder a uma inquietação de muitos estudantes – e também de muitos pais – consultámos a Livensa Living, uma plataforma especializada em residências universitárias. Victoria San Martin é Market Head em Portugal da Livensa e assume que “de facto o crescimento do turismo e a atratividade do mercado residencial para estrangeiros nas principais cidades do país têm colocado bastante pressão no valor das rendas das casas”. E para os estudantes, quais as implicações? Segundo esta especialista, “a maioria dos inquilinos optaram nos últimos anos por migrar os seus apartamentos para o aluguer de curta duração, deixando menos casas e quartos disponíveis para os estudantes”.

Assim sendo, de acordo com a Livensa Living, a pouca oferta disponível “fez aumentar consideravelmente os preços”, no entanto “novos players tem aparecido neste mercado com uma oferta de maior qualidade e mais adaptada às necessidades dos estudantes, forçando o mercado a adaptar-se aos novos padrões ou a reduzir os valores das rendas”.

Colocámos a mesma pergunta ao administrador dos Serviços de Ação Social da Universidade de Lisboa (SASULisboa), Carlos Garcia, que concordou que “o preço tem impacto direto na escolha da Instituição do Ensino Superior que os alunos se propõem frequentar”. Uma evidência que poderá estar relacionada, conclui, “com o facto de cada vez mais os estudantes optarem por Instituições da sua área residencial”.

…mas continuam a existir soluções!

Se é o crescimento do turismo o principal responsável pelo aumento dos preços no mercado de arrendamento, então podemos assumir que são Lisboa e Porto as cidades onde os valores são mais elevados? A resposta é tendencialmente sim. O preço das habitações está “diretamente ligado à atratividade turística, à sazonalidade e às tendências do investimento imobiliário de cada cidade”, esclarece Victoria San Martin da Livensa Living.

Mas, então, como fazer para encontrar uma casa ou um quarto por um preço comportável? A resposta começa na avaliação e na escolha em função das necessidades, e é igualmente importante fazê-lo com a maior antecedência possível.

Para além disso, a Livensa Living aponta seis passos essenciais para seres bemsucedid@:

• Faz uma lista do que procuras, em que zona, com que características e qual o orçamento que tens disponível;

• Pesquisa na Internet, pergunta na tua instituição de Ensino Superior e procura recomendações de conhecidos e amigos. E faz tudo isso com tempo de antecedência;

• Valida a fiabilidade da informação que recolhes, confirmando a existência da casa, as suas características e quais os custos incluídos;

• Avalia as vantagens e as desvantagens de cada proposta, com uma lista de prós e contras;

• Lê bem os contratos e a duração dos mesmos, os teus direitos e os teus deveres, as garantias, as políticas de devolução de dinheiro…;

• Garante a tua reserva com contrato assinado.

As novas residências universitárias

O que é uma residência universitária já tu sabes há muito tempo, mas será que conheces os novos conceitos que transformam as residências universitárias em verdadeiras experiências?

Instalações de sonho aliadas a um sentido de comunidade que ajuda a fazer amigos para o resto da vida. Localização, conforto, facilidades e segurança são pontos fortes para que possas viver uma experiência académica inesquecível.

A Livensa Living é precisamente uma das empresas a oferecer estes serviços em Portugal e esclarece que tem como objetivo “proporcionar um ambiente seguro, confortável e agradável para que todos os estudantes possam desenvolver os seus estudos académicos com sucesso”. Nestas residências encontras “quartos com cozinha completa, casa de banho privada, secretária, arrumação, televisão e climatização individual fria e quente, com acabamentos de alta qualidade”, de acordo com a Market Head da Livensa Living em Portugal.

Para além disso, existem “amplas áreas sociais, que incluem cinema e sala multimédia, biblioteca, salas de estudo, salas de jantar privadas para receber amigos, lavandaria, zonas de jogos, áreas de trabalho e de estar, ginásio e piscina”, acrescenta ainda, antes de assegurar que a adaptação a esta nova vida e muitas vezes também a uma nova cidade é facilitada por uma equipa que trabalha para que nada te falte.

Mas como te dissemos, este novo conceito de residência universitária pretende ser uma experiência no verdadeiro sentido do termo. No caso da Livensa Living, a equipa responsável pela gestão de cada residência proporciona um leque de serviços e atividades sociais como welcome parties, show cooking e wellness days. E claro, ligação Wi-Fi de alta velocidade em toda a residência. O preço? A empresa garante que podes ter acesso a tudo isto por menos de 500 euros por mês. Para saberes mais informações, faz uma pesquisa sobre esta e outras empresas do género. Visita os respetivos sites e redes sociais para ficares a conhecer as características físicas e o dia a dia das residências.

Encontrarás, no caso da Livensa Living, uma equipa disponível para te mostrar a residência e o teu futuro quarto, tirar todas as tuas dúvidas e acompanhar o processo do princípio ao fim.

Os serviços de apoio social

A escalada dos preços do alojamento universitário tem contribuído também para um aumento dos pedidos de apoio social. Os requisitos passam pela inscrição num curso de 1º ciclo, 2º ciclo ou Mestrado Integrado e estar deslocado da cidade de origem. A prioridade vai para os estudantes que já eram bolseiros no ano letivo anterior.

De acordo com a administração dos SASULisboa, as cerca de 1100 camas disponibilizadas para o ano letivo corrente foram ocupadas a 100 por cento antes do final do mês de setembro. Em lista de espera ficaram cerca de 300 candidatos.

Para aumentar a oferta, a Universidade de Lisboa está a dar início, em simultâneo, à ampliação da residência de Campus Universitário da Ajuda – de 180 para 300 camas – e a reconversão da Cantina II em residência de estudantes, com cerca de 200 camas, sita na Avenida das Forças Armadas. A estas duas obras acrescem outros projetos em fase de contratação e execução da empreitada, que totalizam cerca de 1000 camas.

As candidaturas ao apoio social são efetuadas a cada ano letivo, em formato eletrónico, em dois momentos distintos. O primeiro período é destinado ao grupo de estudantes que, no ano anterior, foram abrangidos por este apoio e que reúnam as condições regulamentares; o segundo período é dedicado aos estudantes que, embora já sendo alunos da Universidade de Lisboa, se candidatam ao alojamento pela primeira vez, e também aos estudantes que acabaram de ingressar na Universidade de Lisboa.

Todos os bolseiros deslocados têm direito a um complemento de alojamento. Aqueles que estiverem alojados nas residências dos Serviços de Ação Social terão direito ao valor de 76,26 euros; já aqueles que não obtiveram vaga numa residência universitária recebem o valor de 174,30 euros, sendo necessária a apresentação do respetivo contrato de arrendamento.

[Fotos Livensa Living]

Texto de: Beatriz Cassona

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