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O teu passaporte para o Ensino Superior

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Se estás no 12º ano, a correria dos exames nacionais está no auge! E mal ela acabe, é natural que o teu pensamento se vire inteirinho para as merecidas férias! Mas este é o ano em que, antes de ires curtir com os teus amigos, deves deixar mais uma coisa tratada: A tua candidatura ao Ensino Superior.
A Mais Educativa diz-te quais são os passos a seguir, para que não deixes pontas soltas!

Como fazer a candidatura?
A candidatura ao Ensino Superior Público é feita por um concurso nacional que se realiza no final do ano letivo, através do portal da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), e tem três fases.

Para te candidatares ao Ensino Superior, precisas de:
1. Fazer as Provas de Ingresso (concretizadas através dos exames finais nacionais do Ensino Secundário);
2. Fazer o Pedido de Atribuição de Senha no site da DGES (www.dges.mctes.pt) – a data limite é 9 de outubro (3ª fase de candidatura);
3. Depois de submeteres o pedido de senha através do formulário, vais receber um e-mail de confirmação. Deves clicar no link que te dará um recibo do pedido de senha, imprimir e entregar na escola ou no Gabinete de Acesso ao Ensino Superior (GAES) que selecionaste. Quando este for certificado, recebes a senha no teu correio eletrónico;
4. Após teres feito os Exames Nacionais, pede na tua Escola Secundária a Ficha ENES, um documento que tem os teus dados, médias e notas de exames, bem como o código de ativação necessário à candidatura online.

Algumas instituições têm pré-requisitos – realização de provas de aptidão física, funcional ou vocacional, realizadas através da Ficha Pré-requisitos 2017 (que é emitida pelas instituições de Ensino Superior que os realizam).

Que instituição/curso escolher?
No concurso nacional podes concorrer a um máximo de seis pares de instituição/curso, indicadas por ordem de preferência. Só é possível obter uma colocação, dependendo das vagas existentes.

Não te esqueças que, antes de fazeres os exames, deves verificar quais as Provas de Ingresso necessárias para que te possas candidatar ao Ensino Superior (consulta aqui).

Atenção aos prazos!
19 a 27 de junho: 1ª fase de exames nacionais do Ensino Secundário
13 de julho: resultados da 1ª fase dos exames nacionais
19 de julho a 8 de agosto: candidatura à 1ª fase do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior
13 a 17 de julho: inscrição para a 2ª fase dos exames nacionais
19 a 24 de julho: 2ª fase de exames nacionais
4 de agosto: resultados da 2ª fase dos exames nacionais
11 de setembro: colocações da 1ª fase do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior
11 a 22 de setembro: apresentação da candidatura à 2ª fase do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior
29 de setembro: colocações da 2ª fase do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior
de 4 a 9 de outubro: apresentação da candidatura à 3ª fase do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior
13 de outubro: colocações da 3ª fase do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior

E se eu não conseguir entrar?
Podes sempre seguir conselhos de alunos que passaram pelo mesmo que tu. Se não entrares, é possível tentares na segunda, ou terceira fase de candidaturas:

Eu inscrevi-me para os Fuzileiros e não entrei. Acabei por tentar na segunda fase de candidaturas para o Ensino Superior, fui à universidade pedir ajuda e lá explicaram-me como podia fazer a candidatura online. Eu aconselho os alunos a inscreverem-se num curso, mesmo que não seja o pretendido, para depois tentarem entrar naquele que realmente querem.
Bruno Pereira, 1º ano do curso de Engenharia Mecatrónica na Universidade de Évora

Estou indeciso quanto ao curso… e agora?
Eu sabia que queria algo relacionado com a área da Saúde, mas não tinha a certeza do quê. Depois surgiu a ideia da Enfermagem. Fui à Futurália, falei com as pessoas do Instituto Politécnico de Leiria e elas ajudaram-me bastante.
Para quem não sabe o que fazer, o meu conselho é que falem com profissionais da área ou alunos do curso. Também há vídeos no YouTube com testemunhos. Muitas vezes as pessoas pensam que uma profissão é uma coisa, e depois na prática é outra!
Francisca Henriques, 1º ano do curso de Enfermagem no Instituto Politécnico de Leiria

[Texto: Mariana Morais]

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