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Guia de Acesso ao Ensino Superior 2017

Aprender a pensar

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A Maria Caeiro decidiu seguir o coração e dedicar-se à agricultura. Ganhou a aposta e hoje estuda e trabalha ao mesmo tempo, muito graças à qualidade do ensino que encontrou no Instituto Superior de Agronomia. Pelo meio, aprendeu a pensar – aquela que considera ser a maior evolução de um estudante de Ensino Superior.

Nome: Maria Manuela Lopes Caeiro
Universidade/Faculdade: Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa (ISA)
Curso/Ano: Mestrado em Engenharia Agronómica
Objetivo Profissional: Ser professora no ISA

Porque é que escolheste esta área de formação?
A área da agronomia surgiu no meu caminho por acaso, apesar de toda a minha família sempre ter estado ligada à agricultura. Na altura de escolher o curso estava bastante indecisa, mas optei por esta área que estava em expressivo crescendo e que me era muito natural.
Hoje, passados alguns anos, sei que tomei a decisão certa. Não me arrependo de ter seguido a minha intuição.

O que destacas no teu curso?
É bastante completo, tocando em áreas tão distintas quantas as opções profissionais existentes, e com uma taxa de empregabilidade extremamente elevada. Tudo isso se deve à qualidade do ensino proporcionado pelo ISA, onde cada unidade curricular é pensada de forma a existir uma correta articulação entre as demais, criando coerência e permitindo a progressão do aluno.
O ISA dota-nos de um sentido de excelência, rigor e exigência profissional, pois sabe que esta é uma área com grande margem de progressão. Como eu costumo dizer, o ISA é o meu Alentejo plantado em Lisboa. Para além de ter edifícios exuberantes e um meio envolvente ímpar, a hospitalidade e a disponibilidade dos colaboradores são marcantes.

Quando escolheste o curso, olhaste para o fator emprego? O que esperas que ele te proporcione na altura de entrar para o mercado de trabalho?
Na altura em que iniciei o curso, o fator emprego tinha um grande peso sobre os estudantes e as suas famílias, e eu não fui exceção. Atualmente encontro-me a trabalhar, e tenho a oportunidade de elaborar a minha dissertação de mestrado na empresa em que estagiei. Excedi as minhas expetativas quando ingressei no mercado de trabalho.

O que muda do Ensino Secundário para o Ensino Superior?
O ritmo é diferente e existe uma responsabilidade acrescida por estar sozinha. É bom para amadurecer, para valorizar o que temos, e para a autoconfiança também.
As aulas, apesar de serem bastante longas, são mais chamativas. É na faculdade que se testa a preparação com que saímos do secundário. É preciso relacionar tudo o que antes estava disperso por inúmeras disciplinas, ter sentido crítico e método de estudo e de pesquisa. Mas não há razões para alarme, tudo se aprende desde que tenhamos vontade.

“No Ensino Superior aprende-se mais do que as matérias lecionadas, aprende-se a pensar. Saber pensar é, para mim, a grande mudança e a grande evolução de um estudante.”

O que precisaste de fazer para te adaptares ao mundo universitário? Em que é que sentes que mudaste?
Para mim mudou tudo. Vim de um meio pequeno, com poucas pessoas e uma parca atividade económica, para o sítio onde tudo acontece, Lisboa.
A adaptação foi fácil, apesar das saudades da família e dos amigos. Apenas tive de superar os medos interiores e as ideias pré-concebidas com que vinha. Tornei-me mais extrovertida e aprendi a olhar a vida de forma diferente.
O ambiente do ISA, por si só, ajudou bastante a suavizar a adaptação. Sendo uma faculdade com relativamente poucos alunos, aproxima-nos dos professores e dos restantes funcionários, transmitindo um ambiente acolhedor.

Que qualidades e competências consideras essenciais para ter sucesso no Ensino Superior?
Ter sentido de trabalho e exigência connosco mesmos. Considero que grande parte do sucesso no Ensino Superior apenas depende de nós. É essencial saber como estudar, ter capacidade para filtrar informação, ser curioso e insatisfeito por natureza.
No Ensino Superior aprende-se mais do que as matérias lecionadas, aprende-se a pensar. Saber pensar é, para mim, a grande mudança e a grande evolução de um estudante.

Na tua opinião, porque devem os jovens escolher esta área de formação?
O ISA é uma instituição que, nesta área de formação, praticamente dispensa apresentações pelo seu reconhecimento nacional e internacional. É um curso com boa empregabilidade porque é bem estruturado e com professores dotados de muita experiência e conhecimento na área. Para além disso, tem um meio ambiente envolvente com o qual é impossível não nos deslumbrarmos.

[Foto: cedida pela entrevistada]

Esta entrevista é parte integrante do Guia de Acesso ao Ensino Superior 2017/18 da Mais Educativa, disponível para consulta aqui.

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