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Guia de Acesso ao Ensino Superior

Ser proativo e responder a desafios

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Este é o segredo para se ser, nos dias de hoje, um bom profissional. Quem o diz é Nuno Leite, atualmente Diretor de Negócios, que acredita que a formação académica é essencial para desenvolver competências técnicas e comportamentais, indispensáveis ao mundo profissional.

IMG_1237Nome: Nuno Pereira Leite
Empresa e Atividade: Sistemas de Informação Geográfica na ESRI Portugal S.A.
Formação: Licenciatura em Engenharia Geográfica na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Que atividade(s) profissional(is) desempenha atualmente?
Sou Diretor de Negócios na ESRI Portugal.

Sente-se realizado diariamente com a sua profissão? Porquê?
Bastante. Todos os dias tenho oportunidade de usar a minha experiência técnica e criatividade para resolver ou ajudar a resolver problemas de negócio dos nossos clientes. O facto da localização ser determinante em todas as atividades económicas, dá-me o previlégio de continuamente aprender e aplicar a geografia em novos negócios. Trabalho com uma equipa extraordinária que, em parceria com os nossos clientes e parceiros, nos tem permitido inovar e liderar a mudança em todos os setores em que atuamos, e contribuir para o sucesso dos nossos clientes.

A evolução da ciência, da tecnologia, dos processos e dos modelos de negócio desafiam-nos a redesenhar e adaptar o nosso conhecimento. O mercado valoriza recursos competentes, interessados (não é o mesmo que interessantes) e com o compromisso de entrega.

Que papel desempenhou a sua formação superior para hoje ser um bom profissional? De que forma é que o preparou?
A formação académica foi essencial para desenvolver as minhas competências técnicas e comportamentais, bases que me ajudaram a ultrapassar os desafios profissionais. O estímulo para investigar e apresentar resultados, e o rigor incutido pelos docentes muito contribuiu para criar métodos de trabalho, proatividade e foco no objetivo. Por outro lado, a diversidade curricular da licenciatura foi muito importante para aprender a responder aos desafios com que diariamente me deparo.

Em seu entender, o que é mais importante na transição da universidade para o mercado de trabalho?
O mercado de trabalho precisa de profissionais motivados que saibam tirar partido tanto das suas competências adquiridas como da sua capacidade e proatividade para procurar soluções para novos problemas. A evolução da ciência, da tecnologia, dos processos e dos modelos de negócio desafiam-nos a redesenhar e adaptar o nosso conhecimento. O mercado valoriza recursos competentes, interessados (não é o mesmo que interessantes) e com o compromisso de entrega.

Que conselhos pode dar aos jovens que estejam indecisos na escolha desta área de formação?
A Engenharia Geoespacial é uma ciência integradora, que junta as restantes ciências e atividades através da sua dimensão espacial. Os Sistemas de Informação Geográficos vão além da ciência, disponibilizando uma plataforma para aplicar a Geografia. Permitem observar e medir, modelar, analisar e interpretar, de forma a que possamos compreender os fenómenos e contribuir para melhores decisões e ações. É isto que faço desde que me formei, contribuindo para modernizar e aumentar a eficiência operacional em inúmeros serviços da administração pública e do setor privado.

[Foto: cedida pelo entrevistado]

[Esta entrevista é parte integrante do Guia de Acesso ao Ensino Superior 2016/17 da Mais Educativa, disponível para consulta aqui.]

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